Ora aqui está uma sugestão que, acabando por se dirigir mais a professores, pode ser também interessante para alunos que se sintam atraídos pela filosofia política. Trata-se de um volume em que se analisam doze obras contemporâneas, entre as quais três de autores conhecidos de qualquer estudante do 10ºano, Jeremy Bentham, John Rawls e Robert Nozick. Saída recentemente, é uma obrazinha que se lê com agrado, numa linguagem acessível, rigorosa, mas sem floreados desnecessários. Além da análise das obras oferece-nos ainda uma breve biografia de cada um dos autores, bem como sugestões de leitura acessórias.
Antes da História, um esclarecimento: agora que se iniciou o novo ano escolar, voltamos a postar aqui qualquer coisa de útil. No ano passado, a frequência não foi a desejada. Deste modo, para este ano, o projecto passa por estabelecer uma plataforma nova, possivelmente no Instagram (veremos se nos orientamos com tão avançada tecnologia), porque a grande questão que se coloca é a de saber se alguém, hoje em dia, ainda frequenta blogues. Assim sendo, fica então a informação. É provável que o blogue migre para outra plataforma, mas a fazê-lo ficará aqui a informação. Enquanto tal não sucede, deixamos neste post uma sugestão, a de uma nova História da Filosofia. Já existem umas quantas no mercado, em vários volumes ou num só, mas já há algum tempo que não se editava uma nova. Fê-lo agora a Guerra e Paz, com este título da responsabilidade de Luc Ferry, filósofo francês com vários títulos anteriormente traduzidos em Portugal.
Enquanto não migramos para uma nova plataforma (as mudanças são sempre demoradas), deixamos aqui uma nova sugestão. Desta vez trata-se de um autor português, Orlando Vitorino. Se não forem os professores da disciplina a fazer ver aos alunos que existem, e existiram, filósofos portugueses, aqueles saem do ensino secundário sem qualquer noção acerca desse assunto. Para as aprendizagens essenciais a filosofia em Portugal deve ser algo de inexistente, tal como para a maioria dos autores de manuais escolares . em quantos encontramos referências a filósofos nacionais? E, no entanto, a filosofia em português move-se. Moveu-se. Desde Prisciliano, se quisermos, a Pedro Hispano, Francisco Sanches, Leonardo Coimbra, passando por Pedro da Fonseca, os Conimbricenses, Sampaio Bruno, Agostinho da Silva, José Marinho e tantos outros. Há quem desconfie da chamada "filosofia portuguesa". Há quem não considere a mesma, sequer, como filosofia. Mas que ela existe e é praticada, exerc...
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