Relativismo (2)
Em verdade, os homens deram a si próprios todo o seu Bem e Mal (…).
Antes de tudo, o homem atribuiu valores às coisas a fim de se manter -começou por criar um sentido para as coisas, um sentido humano! Por isso, ele se chama “homem”, isto é, aquele que avalia.
Avaliar é criar (…). O próprio acto de avaliar
é que constitui o tesouro e a jóia de todas as coisas avaliadas.
Só mediante o avaliar é que há valor, e, sem a
avaliação, a noz da existência seria oca.
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