Há que tirar Thomas Hobbes da estante

 E reler o que ele tem para nos dizer, face ao sucedido nas últimas semanas no plano internacional. Num momento em que se fala muito em direito internacional, talvez seja aconselhável relembrar que esse direito assenta, frequentemente, na força. Nada de novo, no fundo. Basta recordarmo-nos do mapa cor-de-rosa. Os actores vão mudando, a força permanece essencial. A paz perpétua de Kant é uma ilusão cultivada por optimistas demasiado crentes no mito do progresso e da perfectibilidade.

 Há duas edições do Leviatã em Portugal, acessíveis facilmente. A da IN-CM, mais antiga; a da Book Builders (E-Primatur), mais recente.

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