Observação
“Há vinte e cinco anos, tentei trazer esta questão a um grupo de estudantes de Física, em Viena, iniciando uma conferência com as seguintes instruções: ‘Peguem no lápis e no papel; observem cuidadosamente e anotem o que observarem!” Eles perguntaram, como é óbvio, o que é que eu queria que eles observassem. Manifestamente, a instrução ‘Observem!’ é absurda. (…). A observação é sempre selectiva. Requer um objecto determinado, uma tarefa definida, um interesse, um ponto de partida, um problema”. Karl Popper, Conjecturas e Refutações , Almedina, 2003, p.72.
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